O Sagrado do Simples
Entre formas comuns e esquecidas, nasce o extraordinário.
A banana, símbolo cotidiano e tantas vezes invisível, revela aqui sua potência: alimento, memória, natureza e linguagem.
Nesta obra, o que parecia simples ganha voz. Cada curva, cor e textura nos convida a olhar novamente para aquilo que passa despercebido. Há beleza no comum, verdade no pequeno e arte no que a rotina insiste em esconder.
As bananas tornam-se metáfora da vida: madura, intensa, imperfeita e abundante. Elas nos lembram que o essencial quase sempre está diante dos olhos.
Mais do que objetos, são presenças. Mais do que frutos, são mensagens.
Um convite silencioso para despertar sensibilidade, rever valores e reencontrar poesia nas coisas simples.



































































































































































































